2025 está terminando.
E diferente de outros fechamentos de ciclo, este episódio do WortCast que foi ao ar esta semana não é apenas um registro do que vivemos. É também sobre o que estamos construindo a partir daqui.
Para encerrar o ano, o jogo foi invertido: desta vez eu fui o entrevistado.
Quem conduziu o papo foram três professores que representam o que a Wort se tornou e, mais do que isso, o que ela continua se tornando.
Stephany Ribeiro, Lucas Ramos e Clayton Krishnak.
Histórias próprias, repertórios diversos, experiências únicas.
Professores com técnica, sensibilidade e presença — e um elemento central que conecta os três: coração e profundidade a serviço de quem quer evoluir de verdade no inglês ou no espanhol (e PLE também).
A Wort nasceu de inquietação e necessidade.
Eu queria fluência. Pedi demissão. Fui para o Canadá.
Voltei ao Brasil em crise, sem respostas de entrevistas, frustrado.
Dar aula — inicialmente só para pagar as contas — virou caminho.
Não havia planejamento sofisticado.
Havia vontade.
E isso bastou para começar.
Durante a gravação, Clayton perguntou:
“Quando foi que você percebeu que a Wort tinha dado certo?”
A resposta mais honesta é direta: houve muitos momentos, mas não existe um único marco definitivo.
📌 primeiro contrato com empresa
📌 primeiro escritório próprio
📌 primeiras contratações
📌 primeira coordenação de ensino
📌 hoje, a meta de dobrar alunos com mais entrega
📌 amanhã, novos parâmetros que ainda vão nascer
Sucesso não é ponto final. Sucesso é força, movimento e expansão.
A tecnologia mudou tudo. De aplicativos de estudo até inteligência artificial simplificando textos, criando exercícios, traduzindo em tempo real.
Na gravação, citamos a cena de uma enfermeira conversando com estrangeiros com apoio do ChatGPT. Fenomenal. Inovação real.
Mas aí vem a pergunta essencial:
Isso substitui conexão, confiança e presença?
Uma tradução pode resolver uma consulta médica?
Pode sustentar uma negociação internacional?
Pode criar segurança em uma apresentação?
Constrói credibilidade em um board global?
Ainda tenho dúvidas.
A tecnologia acelera, mas é são os humanos que sustentam a relação. E é exatamente por isso que continuamos crescendo.
Não porque competimos com aplicativos ou plataformas, mas porque entregamos autonomia com propósito, confiança com estrutura, fluência que sai da aula e entra na vida real.
Mais do que dobrar o número de alunos, queremos dobrar o impacto.
Não em quantidade, mas em profundidade.
O Brasil tem mais de 95 por cento da população sem domínio funcional de outro idioma mesmo com cursos e métodos disponíveis há décadas.
Esse número não muda há 30 anos
Portanto, o espaço está aberto — e a responsabilidade também.
Os pilares que sustentam o nosso futuro
| Pilar | Entrega |
| Personalização real e rastreável | Aulas construídas para o aluno, não para o livro |
| Idioma para rotina profissional | Reuniões, relatórios, negociação, escrita estratégica |
| IA integrada com inteligência humana | Ganho de tempo sem sacrificar profundidade |
| Professores como ponte, não como repetidores | Matching preciso, autonomia de criação, monitoramento da evolução |
| Relação que se mantém mesmo após o curso | Conteúdo contínuo, convites, retorno de ex alunos com frequência |
Por isso que eu disse antes, não competimos com plataformas.
Competimos com a falta de resultado.
Se 2026 for o ano de fazer diferente, onde você entra?
Fim de ano traz vontade de recomeço. Mas promessa que não vira ação vira arrependimento silencioso.
Por isso, deixo um convite sincero:
Se o idioma é o passo que falta para a sua carreira, 2026 pode ser o ano em que você escolhe avançar.
Para quem já estudou, mas travou.
Para quem evita reunião.
Para quem sabe falar, mas não sustenta conversa.
Para quem quer autonomia e não só vocabulário.
Para quem entende que evolução madura não é mágica, é consistência.
A Wort está preparada.
Com professores afiados, com IA como ferramenta e não como muleta, com acolhimento e direção, com olhar humano e meta clara.
Sem promessas milagrosas.
Com resultado possível.
Feliz Ano Novo.
Que 2026 seja o ano em que você não apenas deseja, mas faz.
Uma grande abraço e até o próximo artigo!
Lisandro Jardim – Fundador e CEO na Wort Idiomas


